Friday, February 18, 2005

Tem lá estado desde sempre, desde que nos conhecemos, desde que nos submetemos a um Ego - geralmente o nosso, mas existem outras variantes -, mas disso não deriva. Deriva, isso sim, de si próprio: o íman é o melhor e mais forte atractor de ímans. E digo de si próprio, não do seu oposto, porque não pretendo distrair a dimensão do todo. Se uma parte reaje, somos Nós quem reaje, não diriam?
Que quem o queira possa continuar a sussurrar e a bater na madeira, pois sem dúvida que a cada um o seu melhor propósito. Mas e se for um melhor propósito para cada peça? Onde reside a conformidade então? O que é atraído? O que Reaje? Verás o céu cair antes do meu Ego, pois de muitos (in)suportes se transforma.
'The joy is not the same without the pride.' - Adaptem a diferença à vossa conveniência, e não se sintam iludidos...

2 Comments:

Anonymous Anonymous said...

Existem dois tipos de ego: aquele que é a anestesia para a dor da estupidez, e outro (obviamente) mais nobre, aquele que faz com que consigamos ser sempre melhores que nós próprios - acho que é aquilo que nos faz continuar. Sem orgulho (e não falo de mera auto-estima) não iamos a lado nenhum. Até porque ego não é a mesma coisa que orgulho - teres pena de ti próprio é uma forma de egocentrismo. O verdadeiro brio pessoal está precisamente no convergir das linhas da felicidade e da altivez. Well, I'm saying the same thing you did. What d'ya think?
cat

18 February, 2005 18:35  
Blogger João Vale said...

Sim. Por um lado verdadeiramente indispensável, por outro verdadeiramente inútil, sem que possamos definir fronteiras. Enquadra-se que os tenhamos de enquadrar.*

19 February, 2005 18:01  

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