Thursday, October 25, 2007

Não se perde, o tempo ocupado a sentir. Só a sentir? É sequer possível, sentir só? A verdade é que parece ocupar-nos o cérebro como se criássemos continuamente. Não me saciam, as sensações criadas, tímidas amostras ou teatrais superlativos. Pedem engenho, que é coisa que não é para aí chamada.

2 Comments:

Anonymous Anonymous said...

não falemos de engenhos, falemos sim dos actos de 'não-querer','não-necessitar', 'não-sentir',... e suas voltas de 180º.

10 June, 2008 00:38  
Anonymous Anonymous said...

não falemos de engenhos, falemos sim dos actos de 'não-querer','não-necessitar', 'não-sentir',... e suas voltas de 180º.

10 June, 2008 00:38  

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